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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Chagas Rodrigues

Faleceu ontem na capital federal o ex-governador e ex-governador piauiense Francisco das Chagas Caldas Rodrigues.


Francisco das Chagas Caldas Rodrigues, (Parnaíba, 8 de novembro de 1922) é um advogado e político brasileiro. Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, foi eleito governador do Piauí em 1958 e em 1969 teve seus direitos políticos cassados pelo Regime Militar de 1964. Anos após o término de sua punição foi eleito senador em 1986, afastando-se da vida pública ao final de seu mandato.

Governador
Eleito deputado federal pela UDN em 1950 migrou para o PTB algum tempo depois sendo reeleito em 1954 e em 1958, todavia um fato excepcional o impediu de assumir aquele que seria seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados: no dia 4 de setembro de 1958 um acidente automobilístico num povoado próximo a Teresina ceifou as vidas de Demerval Lobão e de Marcos Parente naquela que ficou conhecida como a tragédia da Cruz do Cassaco. Os mortos eram, respectivamente, candidatos a governador e a senador do Piauí nas vindouras eleições de 1958 que em face do ocorrido tiveram que ser substituídos, nessa ordem, por Chagas Rodrigues (PTB) e Joaquim Parente (UDN), este último irmão do falecido Marcos Parente. Apesar da comoção e das adversidades típicas de situações desse calibre ambos foram vitoriosos, sendo que graças a legislação vigente à época o candidato Chagas Rodrigues foi eleito tanto para governador quanto para deputado federal optando pela primeira condição, fato que permitiu a efetivação do primeiro suplente Heitor de Albuquerque Cavalcanti.

A Cassação
Atento ao calendário eleitoral renunciou ao governo do estado em 1962 e empreendeu uma dupla candidatura sendo derrotado na eleição para senador e eleito para o seu terceiro mandato de deputado federal chegando a presidir a convenção nacional do PTB em 1965, contudo a extinção dos partidos políticos determinada pelos militares o fez ingressar no MDB, partido pelo qual foi reeleito em 1966 chegando ao posto de primeiro vice-líder da bancada. Sua carreira política foi interrompida em 29 de abril de 1969 por força do AI-5 e seus direitos políticos foram suspensos por dez anos, o que acabaria por deixar as forças de oposição no estado do Piauí sob o comando de próceres como Severo Maria Eulálio e João Mendes Olímpio de Melo, seu substituto na Câmara dos Deputados. Ante sua "inatividade compulsória" passou a lecionar no Centro de Ensino Universitário de Brasília. Finda a sua punição ingressou no PMDB.

O mandato de senador
Em 1982 foi candidato a senador pelo Piauí e embora tenha recebido quase 80 mil votos a mais que o candidato João Lobo não foi declarado eleito em razão do que dispunha a legislação ora em vigor, que considerava a soma do total de candidatos de cada partido (sublegendas) e não apenas a votação individual dos mesmos. Retornou então ao Distrito Federal e prestou assessoria ao governo daquela unidade federativa a partir de 1985 num esforço que resultou na criação da Secretaria do Trabalho. Mais uma vez candidato a senador em 1986 foi eleito e em 1988 foi um dos fundadores do PSDB e disputou a reeleição em 1994 sem que se sagrasse vencedor.

Residência em Brasília
Desde o fim de seu mandato passou a residir em Brasília e em 2007 recebeu uma indenização por conta das perseguições sofridas durante o período militar no Brasil conforme a Comissão de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. Com a saúde abalada em razão de um acidente vascular cerebral e apresentando sintomas do Mal de Alzheimer, ficou viúvo em 12 de novembro de 2006 após o falecimento de sua esposa, D. Maria do Carmo Correia de Caldas Rodrigues.



* Períodos Legislativos da Sexta República - 1987-1991
Senador Chagas Rodrigues
Francisco das Chagas Caldas Rodrigues
Nascimento: 8/11/1922
Natural de: Parnaíba - PI

Filiação: Poncion de Queiroz Rodrigues
e Ignésia de Caldas Rodrigues


Histórico Acadêmico
Secundário Ginásio Parnaibano
Pré-Jurídico Colégio Osvaldo Cruz
Ciências Jurídicas e Sociais Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

Cargos Públicos
Assessor Especial do Trabalho
Assistente Jurídico do Ministério da Fazenda

Profissões
Professor(a)
Advogado

Mandatos
Governador - 1959 a 1962
Deputado Federal - 1951 a 1955
Deputado Federal - 1955 a 1959
Deputado Federal - 1963 a 1967
Deputado Federal - 1967 a 1969
Senador - 1987 a 1995

Homenagens Recebidas
- Medalha do Mérito Tamandaré.
- Medalha de Sócio Benemérito da Associação dos Magistrados Piauienses.
- Medalha da Ordem do Mérito de Brasília no Grau de Grande Oficial.
- Medalha do Sesquicentenário do Poder Legislativo-Piauí, (1935-1985).

Fonte:

  •  Senado Federal 
  •  Wikipédia

domingo, 25 de janeiro de 2009

Parnaíba 300 Anos


O artigo “Parnaíba – Idade Incerta”, de autoria dos alunos do Colégio Edson da Paz Cunha, publicado no dia 11 de janeiro do corrente ano, traz a polêmica sobre a real data de existência de Parnaíba, declarando que deveria completar 246 anos de existência e não 164 anos como foram comemorados no dia 14 de agosto de 2008.
Tiveram os alunos por base o livro “Piauhy, na terra dos Tremembés”, do Sr. Diderot Mavignier, página 26, levando em conta o ano de 1762 quando o então governador da Capitania São José do Piauí, João Pereira Caldas, elevou o povoado a categoria de Vila São João da Parnaíba. Tanto para o Sr. Diderot Mavignier e Sr. Mário Pires, citados no artigo, informa: “o fato de as cidades acima já serem vilas à época, é fato notório de que a comemoração de cidade deve partir de 1762, ou seja, Parnaíba completou 246 anos de existência”
Sinceramente de sã consciência não posso concordar com a opinião de que deva ser contada a data de existência a partir de 1762. Faz-se necessário chamar a atenção que antes de 1762 já existia o povoado que já vinha sendo chamado de vila, embora não fosse ainda oficialmente por lei. Em 1762 Parnaíba não teve seu início de povoamento, o que aconteceu muitos anos antes. O início se leva em conta a data em que foram derrubadas as matas e construídas as primeiras casas dando origem ao povoado.
Em 1710 já se encontravam presentes o coronel Pedro Barbosa Leal que recebeu autorização em 1711 e licença do bispado do Maranhão para ser erigida a sua ermida em honra a Nossa Senhora do Monte Serrate, o capitão-mor João Gomes do Rego Barra que em 1725 recebeu carta de sesmaria de terras na Ilha Grande de Santa Isabel, sendo seu primeiro povoador, agricultor e criador de gado vacum, e o mestre-de-campo Antônio da Cunha Souto Maior. A localização do documento de 1711 na Sé de São Luís deve-se ao padre Cláudio Melo, de saudosa memória. Vi esse documento, mas devido ao péssimo estado de conservação não foi possível tirar cópia.
Os documentos de 1711 e 1725 nos chamam a atenção para dois importantes itens: primeiro, o documento de 1711 referindo-se ao coronel Pedro Barbosa Leal consta “que ele suplicante quer fundar na sua Vila” o que leva a entender ser ele o fundador do povoado; segundo, no documento de 1725 consta “rendoso aos Dízimos há sinco annos como constava a todos os vizinhos”, o que se deduz a existência de outros moradores e que “o coronel Pedro Barbosa Leal tem terras em tanta quantidade que as está dando e aforando a quem lhe parecesse e ainda tem muito por povoar”. Na realidade o coronel Pedro Barbosa Leal encontrou alguns moradores, os reorganizou dando origem a um povoado e construiu a pequena ermida que daria status ao novo núcleo de povoamento chamando-o de Vila Nova da Parnaíba.
A construção de uma igreja, mesmo humilde, era uma necessidade para a institucionalização da vida do povoado, e a oficialização de sua ermida visitada por um padre prover as necessidades mínimas da população, principalmente termos de registros, de conforto espiritual, pois no pequeno templo seriam efetivados os casamentos, os batizados, os falecimentos e as celebrações religiosas. Havia também a possibilidade da pequena capela a ser elevada um dia a matriz, o que significaria ao povoado a sua elevação a status de paróquia ou freguesia. A Igreja se fazia representar por esta humilde capela e em torno dela cresceria o povoado.
Na carta de data de sesmaria concedida a João Gomes do Rego Barra, datada de 14.7.1725, ao solicitar também como sesmaria o riacho Pirangi, área que pertencia a Parnaiba, aonde possuía criação de duas mil cabeças de gado vacum, alega: “vay por cartoze annos com doação feita vocalm.te pello coronel Pedro Barbosa Leal. Isso leva claramente a conclusão de que ha quatorze anos já se encontrava na região juntamente como o coronel Pedro Barbosa Leal, ou seja: 1725 – 14 = 1711.
Convém lembrar que em 1712 o governador do Maranhão, João Velasco de Molina, autorizou o mestre-de-campo Antônio da Cunha Souto Maior combater os índios sublevados por Mandu Ladino. Ano em que a Vila da Parnaíba foi atacada pelos índios rebelados. Se não existissem moradores nesse ano os índios não teriam atacado a vila.
Embora o coronel Pedro Barbosa Leal tenha reorganizado os primeiros moradores formando o povoado, e no documento de 1711 indicando como fundador da Vila da Parnaíba como consta: “que ele suplicante quer fundar na sua Vila” é assunto questionável. Fundador é aquele que primeiro se estabelece em certo lugar. Se ele já encontrou algumas pessoas residindo no lugar, somente certos documentos ainda não pesquisados, que não se encontram em São Luís, nem no Piauí, nem no Ceará e Recife, poderá provavelmente elucidar o assunto. Isso na esperança que eles possam realmente constar as informações necessárias. No entanto, enquanto outro documento não for encontrado continuará sendo o coronel Pedro Barbosa Leal o fundador da Vila da Parnaíba, a atual cidade de Parnaíba.
Sobre o coronel Pedro Barbosa Leal a maioria dos documentos até o momento pesquisados apresenta sua atuação na Bahia e outras regiões No ano de 1710, figura na lista dos Irmãos Ministros que tem servido a Ordem Terceira dos Frades Menores da Província do Brasil, conforme “Novo Orbe Seráfico Brasileiro, ou Crônica dos Frades Menores da Província do Brasil”, escrito pelo Fr. Antonio Santa Maria Jaboatam, Lisboa 1761, pág. 312, reimpressa em 1858. Em 1719 aparece como coronel comandante da Companhia de Infantaria da Ordenança dos Homens Pardos. A 2 de junho de 1722 preside solenidade como representante do Vice-Rei e do Governador da Província da Bahia, Vasco Fernandes César, na instalação da Vila Santo Antonio de Jacobina. “Já em 1725, o sertanista Pedro Barbosa Leal, em correspondência ao Visconde Sabugosa, Governador-Geral do Brasil, relata as aventuras de Morêa nos primeiros anos do século XVII em várias serras e no vale do rio São Francisco, localidade onde teria descoberto minas de ouro, de prata, pedras preciosas e também salitre” (“Entre as montanhas e o mar: Trabalho, conquista e aventura nos sertões mineiro e baiano. Século XVIII” - Isnara Pereira Ivo – XXIV Simpósio Nacional de História – 2007). Em alguns documentos aparece prendendo negros rebelados a mando do governador da província.
Embora Pedro Barbosa Leal não tenha permanecido na Parnaíba não lhe tira os méritos de ter organizado os moradores em povoado dando origem a uma nova vila. Encontrou-se na documentação que ele esteve trabalhando junto com a Casa da Torre e que faleceu no ano de 1734.
Ao se retirar de Parnaíba, por motivos desconhecidos assim também como é desconhecido os motivos da sua presença, deixou como seu procurador e responsável pelos seus negócios e interesses o seu amigo João Gomes do Rego Barra.
Com relação ao documento de nomeação do padre mestre João da Conceição para vigário da ermida é preciso certa cautela, haja vista que muitas vezes padres nomeados para determinados lugares não chegaram a assumir suas funções. Faz-se necessário a apresentação do documento do próprio padre informando ao bispado de São Luís a sua posse, como aconteceu com os padres que vieram benzer a Igreja Nossa Senhora do Rosário.
O assunto sobre a data 1711 de que Parnaíba terá em 2011 a idade de 300 anos foi motivo de reunião na Câmara Municipal de Parnaíba.
Entre os documentos existentes em determinado arquivo, dos poucos recebidos podemos encontrar alguns dos primeiros moradores de Parnaíba: João Rabello Bandeira, Manoel Rebello e Silva, Francisco Pereira Rebello, Mariana Castelo Branco, Paulo Affonso, João Batista Vergonha, Francisco Tavares Coelho, Domingos Fernandes de Lima, Vicente Fernando Colaço, Simão M. Rebello, Hilário Pereira da Conceição, Manuel Rebelo Bandeira, Ana Maria Pereira Rego, Francisco Lopes de Sousa.
Quer queira ou não o documento da Sé de São Luís, datado de 1711, é a certidão de nascimento da Parnaíba, assim como a carta de Pero Vaz de Caminha é a certidão de nascimento do Brasil. De maneira que no dia 11 de junho de 2.011 a cidade de Parnaíba completará 300 anos de existência.

Teresina (PI), 19 de janeiro de 2009
Dia de São João, Bispo (+595)
Deus super omnia

Direitos Reservados

Fonte:
http://portaldelta.com.br

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Prefeitos de Parnaíba

  •  FELICIANO GOMES DE FARIAS (1893/1895) 
  •  SEBASTIÃO HERMES DE SEIXAS (1896)
  •  JOAQUIM ANTÔNIO DOS SANTOS (1897/1899)
  •  FRANCISCO SEVERIANO DE MORAES CORREIA FILHO (1899/1900)
  •  JONAS DE MORAES CORREIA (1901/1904)
  •  LUIZ ANTÔNIO DE MORAES CORREIA (1905/1912)
  •  CONSTANTINO DE MORAES CORREIA (1913/1914)
  •  JOSÉ ALEXANDRE RODRIGUES (1915)
  •  VERIDIANO BORGES (1916)
  •  NESTOR GOMES VÉRAS (1917/1920)
  •  JOSÉ NARCISO DA ROCHA FILHO (1921/1928)
  •  CARLOS MARÃES PICANÇO (1929/1930)
  •  SAMUEL ANTÔNIO DOS SANTOS (1930/1931)
  •  ADEMAR GONÇALVES NEVES (1931/1934)
  •  MIRÓCLES CAMPOS VÉRAS (1934/1936)
  •  JOAQUIM ANTÔNIO GOMES DE ALMEIDA (1937)
  •  MIRÓCLES CAMPOS VÉRAS (1937/1945)
  •  CÂNDIDO DE ALMEIDA ATHAYDE (1946)
  •  RAIMUNDO MARTINS DELBÃO RODRIGUES (1946/1947)
  •  ACRISIO DE PAIVA FURTADO (1947) 
  • DARCY FUYRTADO MAVGNIER (1948)
  •  ALBERTO TAVARES SILVA (1948/1950) 
  • JOÃO ORLANDO DE MORAES CORREIA (1951/1954)
  •  ALBERTO TAVARES SILVA (1955/1958)
  •  JOSÉ ALEXANDRE CALDAS RODRIGUES (1959/1962)
  •  JOSÉ QUIRINO MEMÓRIA (1962)
  •  LAURO ANDRADE CORREIA (1963/1966)
  •  JOÃO TAVARES DA SILVA FILHO (1967/1970) 
  • CARLOS FURTADO DE CARVALHO (1971/1972)
  •  ELIAS XIMENES DO PRADO (1973/1976)
  •  JOÃO BATISTA FERREIRA DA SILVA (1977/1982)
  •  JOÃO TAVARES DA SILVA FILHO (1983/1988)
  •  FRANCISCO DE ASSIS MORAES SOUSA (1989/1992)
  •  JOSÉ HAMILTON FURTADO CASTELO BRANCO (1993/1996)
  •  ANTÔNIO JOSÉ DE MORAES SOUSA FILHO (1997/2000)
  •  PAULO EUDES CARNEIRO (2001/2004)
  •  JOSÉ HAMILTON FURTADO CASTELO BRANCO (2005/2008)
  •  JOSÉ HAMILTON FURTADO CASTELO BRANCO (2009/2012)

domingo, 14 de dezembro de 2008

Humberto de Campos


A Prefeitura de Parnaíba vai comprar o acervo do Escritor Humberto de Campos por cerca de 50 mil reais, nele estão inclusos o Fardão, a máquina de datilografar e outros objetos, a familia colocou os objetos em um leilão mas não houve interessados, eles devem ficar expostos na Academia Parnaibana de Letras.

terça-feira, 27 de maio de 2008

As Maiores Torcidas do Brasil

A pedido da Editora Ática S/A, o grupo norte-americano Gallup, maior instituto de pesquisas do mundo, produziu a mais detalhada pesquisa da história do Brasil sobre torcidas pelos times do futebol brasileiro, revelando um novo quadro, onde os clubes do sudeste perderam influência significativa fora dos seus respectivos estados.
Entre as situações que foram reveladas pela Pesquisa feita pelo Gallup, sem dúvida alguma, o dado mais surpreendente é a constatação do crescimento vertiginoso das torcidas dos clubes do interior do país.
Outro dado revelador da mais recente e precisa de âmbito nacional já realizada, é que continua caindo o percentual dos brasileiros que não torcem por time nenhum. Nesta pesquisa, eles atingem apenas 10,1%, o que continua a ser maior do que a torcida de qualquer time.
A pesquisa traz uma grande diferença em relação as outras, pois considera o verdadeiro torcedor e não apenas o que simpatiza com o clube. Torcedores que se declaram simpatizantes de mais de um clube, definiram também qual ordem de preferência entre eles, sendo considerada a primeira como dado fundamental da amostra.
O Flamengo continua sendo o clube mais popular do Brasil com cerca de 9 milhões e 800 mil torcedores, mas ver o seu reinado ameaçado pelo Corinthians, que possui cerca de 8 milhões e 900 mil torcedores mas em trajetória de ascensão.
Foram entrevistadas 34.687 pessoas nas 27 capitais e em 1.913 cidades brasileiras, entre janeiro e maio de 2008. Ao responder o questionário, 419 clubes de futebol foram citados pelos entrevistados na pesquisa.

  1. Flamengo (RJ) 9,91
  2. Corinthians (SP) 8,93
  3. São Paulo (SP) 7
  4. Palmeiras (SP) 6,9
  5. Vasco da Gama (RJ) 6,8
  6. Grêmio (RS) 6,7
  7. Bahia (BA) 5,3
  8. Cruzeiro (MG) 5,29
  9. Atlético (MG) 5,27
  10. Internacional (RS) 5,11
  11. Fluminense (RJ) 3
  12. Botafogo (RJ) 2,999
  13. Vitória (BA) 2,8888
  14. Sport (PE) 2,7
  15. Goiás (GO) 2,1222
  16. Atlético (PR) 2,111
  17. Remo (PA) 2,1
  18. Santos (SP) 2,09
  19. Paysandu (PA) 2,06
  20. Santa Cruz (PE) 2,04
  21. Ceará (CE) 2,01
  22. Fortaleza (CE) 2,001
  23. Coritiba (PR) 1,9
  24. ABC (RN) 0,93
  25. Treze (PB) 0,91
  26. Náutico (PE) 0,9
  27. América (RN) 0,8
  28. Avaí (SC) 0,45
  29. Paraná (PR) 0,4
  30. Ponte Preta (SP) 0,38
  31. Joinvile (SC) 0,38
  32. Guarani (SP) 0,37
  33. CSA (AL) 0,36
  34. Botafogo (PB) 0,35
  35. CRB (AL) 0,33
  36. Vila Nova (GO) 0,31
  37. Brasil de Pelotas (RS) 0,31
  38. Moto Clube (MA) 0,31
  39. Juventude (RS) 0,31
  40. Vitória da Conquista (BA) 0,2
  41. Figueirense (SC) 0,19
  42. Confiança (SE) 0,19
  43. América (RJ) 0,132
  44. Fluminense (BA) 0,131
  45. Sampaio Correa (MA) 0,13
  46. River (PI) 0,13
  47. América (MG) 0,13
  48. Campinense (PB) 0,13
  49. Mixto (MT) 0,13
  50. Caxias (RS) 0,13
  51. Portuguesa de Desportos (SP) 0,13
  52. Londrina (PR) 0,128
  53. São Raimundo (AM) 0,117
  54. Ipatinga (MG) 0,105
  55. Tuna-Luso (PA) 0,094
  56. Pelotas (RS) 0,093
  57. Sergipe (SE) 0,091
  58. Ferroviário (CE) 0,09
  59. Gama (DF) 0,09
  60. Atlético (GO) 0,09
  61. Botafogo (SP) 0,089
  62. Colo-Colo (BA) 0,087
  63. Maranhão (MA) 0,086
  64. Potiguar (RN) 0,086
  65. Imperatriz (MA) 0,086
  66. Brasiliense (DF) 0,083
  67. Rio Branco (AC) 0,081
  68. Uberlândia (MG) 0,081
  69. Nacional (AM) 0,08
  70. Central (PE) 0,08
  71. Americano (RJ) 0,079
  72. Marilia (SP) 0,078
  73. Criciúma (SC) 0,077
  74. Bragantino (SP) 0,06
  75. Parnahyba (PI) 0,059
  76. Flamengo (PI) 0,058
  77. ADAP Maringá (PR) 0,051
  78. Volta Redonda (RJ) 0,05
  79. Ypiranga de Erechim (RS) 0,03193
  80. São Caetano (SP) 0,03
  81. CRAC (GO) 0,029
  82. Grêmio de Bagé (RS) 0,027
  83. Atlético (BA) 0,026
  84. Bangu (RJ) 0,024
  85. Paulista (SP) 0,023
  86. Souza (PB) 0,021
  87. Marcilio Dias (SC) 0,019
  88. Santo André (SP) 0,017
  89. Guarani (CE) 0,015
  90. ASA (AL) 0,013
  91. Nacional (PB) 0,013
  92. Galicia (BA) 0,011
  93. Itumbiara (GO) 0,01
  94. Comercial (SP) 0,009
  95. Brusque (SC) 0,008
  96. Portuguesa Santista (SP) 0,007
  97. Juazeiro (BA) 0,007
  98. Madureira (RJ) 0,005
  99. Ituano (SP) 0,005
  100. Icasa (CE) 0,005
Em 1983 o mesmo instituto fez a mesma pesquisa com os seguintes resultados:
  1. Flamengo (RJ) 31
  2. Corinthians (SP) 17
  3. Palmeiras (SP) 9
  4. Vasco da Gama (RJ) 9
  5. Santos (SP) 7
  6. Atlético (MG) 7
  7. São Paulo (SP) 6
  8. Botafogo (RJ) 5
  9. Cruzeiro (MG) 5
  10. Bahia (BA) 5
  11. Grêmio (RS) 5
  12. Fluminense (RJ) 4
  13. Internacional (RS) 4
  14. Náutico (PE) 2
  15. Sport (PE) 2

domingo, 25 de maio de 2008

Jogos do Parnahyba 2008


9/2 Parnaíba
3x1 BOTAFOGO DE CATANDUVAS
Rubem, Alessandro e Paulinho
16/2 Parnaíba
1x0 SELEÇÃO PARNAIBANA
George
23/2 Parnaíba
2x1 FERROVIÁRIO
Mantena e Jamesson
1/3 Picos
0x0 PICOS
9/3 Parnaíba
0x0 COMERCIAL
16/3 Barras
1x2 BARRAS
Laércio
23/3 Piripiri
2x2 4 DE JULHO
Mantena e Belo
30/3 Parnaíba
3x1 PIAUÍ
Belo, Renan e Antônio Carlos
12/4 Parnaíba
0x2 RIVER
20/4 Campo Maior
2x2 COMERCIAL
Renan e Alex
1/5 Parnaíba
1x1 COMERCIAL
Marco Túlio
4/5 José de Freitas
2x1 RIVER
Marco Túlio e Antônio Carlos
6/5 José de Freitas
0x1 PIAUÍ
11/5 Parnaíba
3x2 4 DE JULHO
Júnior Ferreira (2) e Marco Túlio
18/5 Parnaíba
3x2 BARRAS
Júnior Ferreira, Belo e Jailson
22/5 Campo Maior
3x1 CAIÇARA
Belo e Marco Túlio (2)
25/5 Parnaíba
0x1 PICOS


ARTILHEIROS:

Marco Túlio - 5
Belo - 4
Júnior Ferreira - 3
Mantena - 2
Renan - 2
Antônio Carlos - 2
Rubem - 1
Alessandro - 1
Paulinho - 1
George - 1
Jamesson - 1
Laércio - 1
Alex - 1
Jailson - 1

CAMPANHA

17 J
8 V
5 E
4 D
26 GP
20 GC
6 SG
AP 56%

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Parnahyba 95 Anos


Hoje o PARNAHYBA SPORT CLUB faz 95 anos de fundação, o clube mais antigo do Estado do Piauí e oficialmente o primeiro campeão piauiense.
O PARNAHYBA foi campeão piauiense nos anos de 1916, 1924, 1925, 1927, 1929, 1940, 2004, 2005 e 2006.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Parnahyba contrata Polozzi



O treinador Aroldo Moreira foi dispensado pelo Parnahyba e em seu lugar foi contratado o treinador Fernando Polozzi que estava no comando da equipe cearense do Ferroviário.
Fernando Polozzi tem 52 anos de idade e nasceu em Louveiro, interior de São Paulo. Quando jogador atuava na zaga central e se destacou vestindo as camisas do Operário do Mato Grosso, Ponte Preta, Palmeiras e Bangu. Na Ponte Preta, Polozzi formou grande dupla de zaga com Oscar, período em que a Ponte Preta foi vice-campeã paulista duas vezes, em 1977 e 1979. No Palmeiras, Polozzi atuou em 127 partidas até o ano de 1985. O ex-beque atingiu o ápice de sua carreira no ano de 1978, quando foi convocado para a Seleção Brasileira de Futebol que disputou a Copa do Mundo na Argentina. Na ocasião, Polozzi foi reserva do zagueiro corintiano Amaral.
Com a experiência internacional de ter disputado uma Copa do Mundo, José Fernando Polozzi iniciou a profissão de treinador de futebol quando pendurou as chuteiras, no ano de 1992. Desde então, trabalhou em dezenas de equipes no interior de São Paulo e até no Japão. No Brasil, Fernando Polozzi teve destaque no Paranavaí, Marília, Inter de Limeira, União Barbarense, Ferroviária de Araraquara, Itumbiara, Guaratinguetá e River.

sábado, 12 de abril de 2008

Camisa Fashion do Parnahyba


Entrando na moda dos grandes times que lançam camisas fashions direcionadas à sua torcida com cores berrantes o Time do Parnahyba lançou também a sua camisa.
Ela já está à venda na Banca do Louro.

domingo, 6 de abril de 2008

Parnahyba vai a Campo


O Parnahyba entrou em campo na tarde deste domingo com a determinação judicial expedida pelo juiz Manoel Aragão julgando improcedente as ações da FFP. O fax com a intimação foi enviado na manhã deste sábado ao Escritório da FFP e o comprovante está nas mãos da Diretoria.
Perguntado a jornalistas de Teresina sobre a liminar o Diretor de Futebol da Federação Daniel teria dito: "Deixa o Parnahyba dar os 'pinotes' por lá" - Um claro desrespeito com a torcida parnaibana e fato este que comprova que a FFP detinha conhecimento da liminar e descumpriu-a.
O fato é que o caso poderá parar no STJD os acessores jurídicos do clube entrarão com uma ação requerendo que o caso seja julgado como descumprimento do Regulamento da competição e que seja punido.

Fonte:
http://www.parnahyba.com.br/

sábado, 5 de abril de 2008

Liminar garante o Jogo Parnahyba e River

O juiz Manoel de Brito Aragão com base no Estatuto do Torcedor concedeu uma liminar para a realização do jogo entre Parnahyba e River amanhã às 16 horas no Estádio Municipal.
Se a equipe riverina não entrar em campo o Parnahyba ganhará o jogo por WO.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Adiamento da Rodada do Campeonato Piauiense


A Federação Piauiense de Futebol acaba de adiar toda a rodada deste final de semana, o motivo alegado foram as fortes chuvas que caem em nosso Estado.

Piauí x Comercial (José de Freitas)
Caiçara x Barras (Campo Maior)
Parnahyba x Ríver (Parnaíba)
4 de Julho x Picos (Piripiri)

terça-feira, 4 de março de 2008

 
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