quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Parnaíba no PEGN

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Barra Grande


A areia fofa e as águas calmas fazem da praia piauiense uma raridade na costa do Meio-Norte. É o banho de mar mais gostoso entre os Lençóis Maranhenses e a Praia de Jericoacoara.Como chegar: 53 quilômetros a leste de Parnaíba, por estrada bem asfaltada e sinalizada.Onde ficar: nas novíssimas pousadas pé-na-areia freqüentadas por praticantes de kitesurfe (prancha de surfe controlada por uma pipa), como a Ventos Nativos, onde há um bistrô francês (ventosnativos.com) e a BGK, que tem um belo bar de praia (barragrandekitecamp.com.br).

Fonte:
Revista Época

Mais uma do Futebol Piauiense


Parece mentira mas é verdade, o time campeão piauíense de 2008, o Barras Futebol Clube não vai sair na edição especial dos campeões da Revista Placar por não ter nenhuma foto grande do time campeão, a equipe da Placar vasculhou o estado à procura de uma foto posada do time para sair na edição, mas a única foto que conseguiu foi uma foto tirada do aparelho celular do presidente do clube.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Entrevista com Roberto Dinamite



Em que momento surgiu a idéia de disputar a presidência do Vasco?
Existia uma cobrança muito grande do torcedor vascaíno pedindo e desejando mudanças. E nós já tínhamos um grupo de pessoas trabalhando com o objetivo de ver um Vasco mais igual, de ter uma relação melhor com a imprensa, com todo mundo, voltado para suas origens, sua tradição. Também houve um desejo do torcedor vascaíno de me ver presidente para tentar, junto com essas pessoas, mudar a história que temos aqui hoje.

Dá para conciliar a vida de deputado estadual e de presidente do Vasco?
Acho que sim, porque temos uma visão de administração diferente de tudo que estava sendo feito dentro do clube. Vamos ter dentro de cada setor pessoas preparadas e com autonomia para desenvolver, com competência, aquilo que se faz necessário dentro do nosso clube. Temos de trabalhar em duas pontas: olhar o esporte, o futebol como o carrochefe, e ter uma preocupação com a parte administrativa e financeira, atendendo às necessidades não só dos atletas, como as dos funcionários. Com isso, fazer uma administração plural, no sentido de que, em cada setor do clube, teremos pessoas com autonomia para tocar e fazer aquilo que é o desejo, não só meu, mas de todas as pessoas que fazem parte da nossa chapa.

O que passou por sua cabeça quando se sentou, já como presidente, para assistir a Sport x Vasco, na Tribuna de Honra do Vasco, local em que foi expulso pelo ex-presidente Eurico Miranda em 2002?
Estar na Tribuna de Honra do clube, para mim, foi motivo de orgulho, mas nunca olhando para trás no sentido de dizer ‘olha, vocês me tiraram daqui e hoje estou aqui como presidente’. Quero que essa situação possa servir não como exemplo, mas como referência, para que futuros presidentes do Vasco possam tratar, cuidar e preservar a história do clube. Não tenho ressentimento contra qualquer pessoa. Espero que as pessoas estejam rezando para que os fluídos negativos não se manifestem aqui dentro do Vasco.

Qual é a sua análise do Eurico Miranda?
É difícil analisar ou julgar alguém. O que eu penso é o seguinte: você tem que dar oportunidade para que as pessoas possam mostrar no dia-a-dia o que elas realmente são. Qualquer pessoa merece ser tratada com respeito. Costumo dizer que, na vida, tudo é uma troca, se eu te trato com respeito, você vai me respeitar, se eu te agredir, você vai querer me agredir. Minha vida sempre foi pautada pelo respeito às pessoas. Foi o que aprendi com meu pai. Quero virar essa página e falar das coisas boas que nós podemos fazer. Acho que cada um dá o que tem.

Ao assumir o cargo de presidente, como encontrou as finanças do clube?
Fomos surpreendidos com uma situação um pouco maior do que aquilo que já esperávamos encontrar. A situação é delicada, mas estamos trabalhando. Encontramos o clube numa condição precária para cumprir com suas obrigações, mas vamos dar a volta por cima, porque temos, acima de tudo, muita vontade e competência para inverter esse quadro em curto espaço de tempo.

O que pretende fazer para aumentar a receita?
O caminho é ter uma administração clara, competente, para que você possa buscar não só credibilidade, mas novos parceiros que queiram estar juntos dentro desse processo. Todo grande clube precisa de uma parceria com empresas. Nós vamos buscar isso. Um clube com a tradição e a força do Vasco vai ter esse tipo de relação com pessoas e empresas que compartilhem do nosso espírito de crescer, evoluir. O Vasco não é uma empresa que tem interesse em lucro. O clube quer ter lucro de conquistas, de títulos, e, acima de tudo, cumprir com suas obrigações.

“acho que o futebol evoluiu no condicionamento físico, em comparação com a minha época de jogador. as parteS física e tática evoluíram, mas tiraram um pouco a beleza do espetáculo”

Você disse que o Vasco não pretende ser apenas vitrine para que os jogadores se valorizem, referindo-se à venda do jogador Philipe Coutinho, grande revelação das divisões de base do clube. Qual a sua estratégia para mudar essa cultura do nosso futebol, de vender seus craques?
O que acontece muito hoje é que o jogador é colocado no clube, que serve de vitrine para o mercado, e depois ele vai embora. Queremos fazer um trabalho sério, dando ao jogador uma identificação com o clube. Os grandes clubes vivem com dificuldade, mas há um que é uma referência, pois tem conquistado títulos. Trata-se do São Paulo, que vende jogadores, mas, ao mesmo tempo, traz outros e investe nas divisões de base. Acho que é por aí.

Na sua opinião, qual a diferença do futebol do seu tempo para o atual?
A diferença hoje é em relação aos empresários e procuradores de jogadores de futebol. No meu tempo, você tinha um preparador físico, e hoje você pode ter dois, três preparadores. Há um trabalho mais específico na parte física. Hoje existem aparelhos que conseguem detectar problemas que possam vir a acontecer. Há condições de preparar o atleta de uma maneira melhor. Acho que o futebol evoluiu no condicionamento físico, em comparação com a minha época de jogador. As partes física e tática evoluíram, mas tiraram um pouco a beleza do espetáculo, pois, se você coloca cinco jogadores no meio, o cara vai querer colocar cinco também. Mas continua prevalecendo, no meu modo de ver, o talento do jogador brasileiro, a qualidade individual. As equipes que conseguem conciliar o condicionamento físico e o trabalho coletivo com o talento de um ou outro jogador têm se destacado.

Hoje, quem é o maior centroavante do Brasil?
É difícil dizer, porque em cada momento você tem grandes jogadores surgindo no futebol brasileiro. Nos últimos 15 anos, Romário foi um dos grandes jogadores na posição. O Ronaldo também foi outro grande goleador. E, na Europa, você tem o Cristiano Ronaldo, que é um jogador acima da média.

Na sua época de jogador, qual foi o melhor técnico com quem você trabalhou?
Vai dar uma página da sua revista se eu ficar citando os treinadores que foram importantes. Teve o Rubem, que foi meu primeiro técnico no Vasco, e o Célio de Souza, que foi meu treinador no juvenil. Quem me lançou no time principal não era treinador, mas um preparador físico, que já faleceu, o grande Admildo Chirol.

Você ainda joga futebol?
Não tenho jogado, não! A última vez que joguei foi no Maracanã, num jogo da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Tinha padres de um lado, artistas e, no meio de tudo isso, eu e o Zico. Foi uma brincadeira legal, mas no outro dia estava todo dolorido. Hoje não tenho muito tempo para praticar esportes. Mas quero voltar a fazer isso. E, em breve, estar em forma para voltar a jogar minhas peladas.

Como analisa o futebol carioca e brasileiro?
O futebol brasileiro está dentro de um bom nível. Precisa melhorar, na minha opinião, na sua infra-estrutura, assim também como o carioca. Acho que as federações e a confederação têm de discutir o que é melhor para o futebol. E também a televisão, muito importante para os clubes.

Dunga está fazendo um bom trabalho com a seleção brasileira?
Acho que está. O futebol, para o treinador e para todo mundo, é resultado. Quando ganha, você está fazendo a coisa certa; quando perde, as pessoas sempre procuram alguma coisa para criticar. Dunga saiu diretamente da função de jogador para treinador. E aí ficou uma interrogação muito grande. Mas os resultados dão aquela tranqüilidade para colocar em prática seus projetos. O trabalho dele é bom.

Quando seu tempo permite, o que gosta de fazer?
Gosto de descansar em casa, sair com a família e de fazer uma pescaria. Mas, se você olhar minha vida, ela foi 20 anos jogando futebol e, nos fins de semana, dificilmente dava para ficar com a família. Depois veio a política, e agora o clube. Mas sempre que posso procuro estar o maior tempo com a minha família, pois considero isso fundamental.

Fonte:
Paulo Cezar Soares
http://sexyclube.ig.com.br

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Carro bem Seguro



Fonte:
http://avidanobeco.com

Eu Nunca tive um Disco que Não Fosse Malhado pela Critica


Ele acaba de lançar um álbum e já coleciona críticas. Aqui, Ramalho devolve pedradas em forma de ataques à mídia e ao jornalismo. E fala de drogas e de ETs

Zé Ramalho é fã de Bob Dylan e Raul Seixas mas não é tiete, tanto que preferiu não conhecer o músico quando ele fez show no Brasil. Neste mês, o músico lança Zé Ramalho canta Bob Dylan (EMI) com versões em português das canções do americano. Antes mesmo de chegar às lojas o novo trabalho já vinha sendo fortemente criticado pela imprensa porque Zé teria feito traduções literais das músicas. Ramalho recebeu a reportagem do JT no Rio de Janeiro, no escritório de sua produtora, a Jerimum Produções, e não censurou perguntas. Falou desde sua experiência com cogumelos alucinógenos até o suposto contato com uma entidade extraterrestre.

Por que fazer versões brasileiras das músicas do Bob Dylan?

Fazer um disco de versões de Dylan em inglês é uma coisa que o mundo todo faz. Saiu no ano passado, por exemplo, o disco Dylanesque, de Bryan Ferry. A minha intenção de fazer letras em português é um pouco romântica. É um trabalho difícil. Muitas vezes você traduz a letra de uma canção em inglês sendo que a sonoridade em português é diferente.

Como conseguiu autorização de Bob Dylan?

Eu não o conheço pessoalmente, apesar de ter ido ao show dele no Rio de Janeiro, no início do ano. Nunca quis ser tiete. Continuo sendo seu fã, ele é uma pessoa que me inspirou muito. Preparei um pacote com a tradução de todas as músicas e Aluízio Reis, presidente da Sony Songs, foi mostrar para a assessoria de Dylan. Da parte dele não houve qualquer constrangimento em achar que eu estava deturpando suas canções ou fazendo caricaturas. Ele autorizou todas sem observações e ainda pediu que mandasse o disco para ele guardar no acervo.

Como foi fazer este projeto?

Estava amadurecendo há muitos anos. É um projeto pessoal, não se trata de homenagem, tributo. Fiz o projeto de forma clara, transparente e sem qualquer vergonha. Nos próximos anos pretendo repetir a dose e lançar Zé Ramalho Canta Luiz Gonzaga e Zé Ramalho Canta Jackson do Pandeiro.

Está preocupado com a reação dos fãs de Dylan?

Pode até ser que exista alguma reação dos fãs de Dylan, ou não. Eles podem gostar quando perceberem que o trabalho foi formatado para uma língua tão difícil quanto o português.

Como encara os críticos?

Nunca tive um disco, em toda a carreira, que não fosse em algum momento malhado por algum setor da crítica (no dia da entrevista foi publicada no Rio de Janeiro uma crítica ferrenha ao novo disco de Ramalho). Sabe aquele ditado: “os cães ladram, mas a caravana passa?” Todo ano lanço um disco de carreira e vou passando com minha caravana. A cachorrada sempre late e sei que se jogar algumas migalhas de minha atenção eles vão parar, mas eu não faço isso. Sigo em frente, deixo eles latindo com fome, com raiva. Sempre foi assim e sempre será. Nunca andei de mãos dadas com a crítica, não vou me envolver com isso.

Ficou com receio deste trabalho ficar aquém dos autorais?

A sonoridade que conseguimos com este disco foi espetacular. A pessoa para avaliar um disco como esse tem de conhecer muito dos dois trabalhos e principalmente de música brasileira. É fácil ouvir um trecho de cada música e escrever algo para justificar o seu trabalho. O editor que manda você cobrir música também o manda escrever sobre o lançamento de peças íntimas femininas. Você não escolhe o que quer fazer. Estamos nas mãos de estagiários ou pessoas que estudam um ano e seis meses para aprender apenas o métier. São essas as pessoas que escrevem sobre seu trabalho. Não dá para levar a sério.

Você já disse que fumava maconha para compor. Ainda mantém esse hábito?

Hoje em dia, não mais. Foram coisas superadas. Não que a maconha seja danosa. A maturidade traz isso para você. Todas as experiências que tive com a maconha, cocaína e cogumelo foram coisas do período de garoto. A maconha eu estendi por alguns anos porque abria a cabeça e me dava inspiração. Hoje em dia sou uma pessoa completamente sóbria.

Como você lidou com o tema drogas com seus filhos?

Sempre fui muito discreto com as drogas, nunca fui pego em lugar público. Nunca houve algum flagrante, sempre fiz essas coisas na minha caverna. Depois que eles cresceram conversei com cada um. Minha filha mais nova vai fazer 14 anos. Explico para eles do que se trata e nunca tive embaraços. Tenho seis filhos de idades diferentes. São pessoas que me inspiram e me deram muita força.

Você se acha o seguidor da obra de Raul Seixas?

Tudo o que as pessoas sentem é verdadeiro, eu não posso rejeitar uma atitude e uma avaliação dessas. Eu me deixo levar. Permito e sinto isso. A admiração que eu tenho por Raul é muito grande. O Raul era um gênio, trazia para a sua música filosofia do povão.

É padrinho de um museu de ufologia no Rio Grande do Sul. Como é sua experiência com ETs?

A questão dos discos voadores é longa, mas eu acredito nessas coisas. Não digo que é religião, mas é minha referência da criação do mundo, sobre quem somos e de onde viemos. Não só acredito como tenho certeza. Faço disso, no entanto, uma coisa muito discreta. Quando você conversa sobre disco voadores as pessoas riem de você, chamam de maluco. Ninguém procura um disco voador, simplesmente acontece.

Já teve algum contato desses?

Quando eu estava fazendo a música Avohai eu tive uma aproximação grande do que se pode chamar de contato. Não foi nada de alguma criatura. Eu estava fazendo uma experiência com cogumelos alucinógenos. Quando você está com substância na cabeça, sente e pode ver coisas além. Vi uma nave em cima de mim. Foi durante essa experiência que tive a mensagem da música. Eu a considero a melhor música da minha vida. Ela apareceu desse jeito, de uma forma mediúnica. Acredito que somos uma experiência de civilizações superiores às nossas. Dizem até que a tecnologia das fibras ópticas e do forno de microondas foram passadas pelos alienígenas, nos EUA, no local que eles chamam de Área 51.

Você acredita em Deus?

Deus é um conceito. Raul Seixas já dizia: ‘Deus é aquilo que me falta para compreender o que eu não compreendo’. Aceito que as pessoas tenham isso como algo sério, mas Deus é uma criação do homem, mais do que o homem é criação de Deus.

Hoje é mais difícil trabalhar com música do que há 10 anos?

É mais difícil porque tudo virou uma selvageria. O romantismo foi banido das rádios e estações de TV. Quando um artista está lançando um show toda a mídia vai atrás das celebridades que estão na platéia. O artista lá na frente é só pretexto, não tem mais a mínima importância. Um show de artista hoje só é considerado importante mediante o número de celebridades que consegue ter em sua platéia. Quanto aos críticos de música, não reverencio esses caras. Alguns ficam zangados por eu não falar com eles. Vai chegar o dia em que não vou fazer mais nem isso aqui, o olho no olho. Vou fazer tudo por e-mail. Já deveria ter tomado essa decisão. Depois de muitas entrevistas você começa a atropelar as suas respostas. O e-mail me dá a chance de, solitariamente, responder com calma.

Você se considera um poeta?

Modestamente, sim. Foi o que eu consegui com muito custo.

Fonte:
Felipe Branco Cruz
Jornal da Tarde

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Delta do Parnaíba

Antes de desaguar no oceano, o rio Parnaíba se divide em cinco braços diferentes. Durante as quase oito horas de passeio por toda a sua extensão, as embarcações tradicionais, com capacidade para até 90 pessoas, têm que se locomover por ali lentamente, pois há diversos bancos de areia pelo caminho.

Durante o percurso, é comum ver pescadores em seus barcos movidos a remo e a vela, vencendo a forte correnteza. Outro personagem típico da região é o catador de caranguejo-uçá. Nos acampamentos montados nos manguezais, os caiçaras dormem em redes amarradas às árvores. Não raro, avista-se algum deles cheio de lama pelo corpo. É ela que protege os catadores dos mosquitos que dividem o local com o crustáceo, cujo destino é, em sua maioria, as mesas e os supermercados de Fortaleza, no Ceará.

Jefferson Coppola/Folha Imagem
Dunas da Ponta do Caiçara, no delta do Parnaíba, onde pequenas vilas se espalham à beira do rio, no Maranhão
Dunas da Ponta do Caiçara, no delta do Parnaíba, onde pequenas vilas se espalham à beira do rio, no Maranhão

Pequenas vilas e povoados espalham-se à beira do rio e pelas ilhas da redondeza, algumas ainda sem energia elétrica. Após navegar por alguns quilômetros, entre florestas e mangues, uma duna surge de surpresa e a areia branca se mistura com a lama. A água é levemente salgada, resultado da mistura com o oceano. A imagem que se forma é uma mescla surpreendente de paisagens.

O delta e suas margens reservam ainda uma opção para aventureiros e amantes da natureza. Durante um safári noturno, também chamado de focagem, é possível observar um ecossistema bastante particular. Navegando em voadeiras, pequenas embarcações de madeira, os turistas seguram lanternas na esperança de encontrar jacarés, cobras, iguanas e pássaros nas cerca de quatro horas de duração do passeio.

Capital da carnaúba

Para visitar os atrativos do rio, o melhor a fazer é se hospedar em Parnaíba, portal do delta. Segunda maior do Estado do Piauí, a cidade foi o principal entreposto comercial da região nos séculos 18 e 19, grande exportadora de charque, de carnaúba e do babaçu. Naquela época, a cidade ainda era a Vila de São João de Parnaíba, e o Piauí, a quarta maior economia do país.

Arte

Em setembro de 2008, seu centro histórico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Entre as principais atrações estão a Casa Grande e a catedral de Nossa Senhora da Graça, padroeira da cidade.

Não deixe de visitar também o porto das Barcas, que teve parte de seus prédios históricos restaurados. Sentar-se em uma das mesinhas dos restaurantes e bares de suas ruelas é uma boa opção para um fim de tarde, quando o calor dá uma trégua. As agências que reservam os passeios pelo delta também ficam por ali.

Para manter o clima colonial, uma dica é se hospedar na Casa Inglesa, que fica ao lado do porto das Barcas. Construída no século 19, o local pertence à família de James Frederick Clark, um dos grandes exportadores da cera de carnaúba. Na pousada, há apenas cinco quartos, cada um deles pintado e decorado com uma cor diferente, sendo que todos os cômodos conservam móveis e objetos da época.

No comecinho da noite, com o vento do delta refrescando o calor nordestino, a parada é em uma das inúmeras sorveterias da cidade. Prove cajá com sapoti. Estique os pés num pufe de taboa, fibra vegetal tirada de lagoas e rios, e curta a maresia.

COMO CHEGAR
De carro até Parnaíba são 354 km de Teresina, com acesso pela BR 343

PARA QUEM
Casais e turmas de amigos que querem desfrutar da natureza exuberante da região e que não se importam em se deslocar por muitos quilômetros atrás de belas paisagens

QUANDO IR
O ano todo. De março a agosto, durante a época de chuvas, as lagoas entre as dunas estão mais cheias

DICA
Reserve um dia para visitar as praias de Luís Correia, a apenas 18 km de Parnaíba. As sete praias do município são banhadas por águas verdes e cristalinas




Fonte:
Juliana Calderari
http://www1.folha.uol.com.br

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Relógio de Oled

Coisas que Aprendi com a Mamãe



Minha mãe me ensinou a dar valor ao trabalho dos outros:

"Se você e seu irmão querem se matar, vão pra fora, acabei de limpar a casa!"
Me ensinou a ter fé:
"É melhor você rezar para sair essa mancha do tapete!"
Minha mãe me ensinou lógica e hierarquia:
"Porque eu estou dizendo acabou  e ponto final!"
Minha mãe me ensinou o  que é motivação:
"Continua chorando que eu vou te dar um bom motivo para você chorar!"
Me ensinou a contradição:
"Fecha a boca e come!"
Minha mãe me ensinou a ter força de vontade:
"Você vai ficar ai sentado até comer tudo!"
Me ensinou a valorizar um sorriso:
"Me responde de novo e eu te arrebento os dentes!"
Minha mãe me ensinou a retidão:
"Eu te ajeito nem que seja no tapa!"


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Uniformes 2009



Foi apresentado hoje os novos uniformes do Vasco para 2009, os uniformes vão ser confeccionados pela Brasileirissima Champs.

Chinelo Cantil



Essa é dos americanos, são as sandálias Reef Dram, cada par custa 100 R$, é o Chinelo Cantil.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Humberto de Campos


A Prefeitura de Parnaíba vai comprar o acervo do Escritor Humberto de Campos por cerca de 50 mil reais, nele estão inclusos o Fardão, a máquina de datilografar e outros objetos, a familia colocou os objetos em um leilão mas não houve interessados, eles devem ficar expostos na Academia Parnaibana de Letras.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O Sentimento Não Pode Parar


A frase escolhida pelos internautas para estampar o Ônibus do Vasco em 2009 vai ser "O Sentimento Não Pode Parar", a votação foi feita no site da Volkswagem.

O modelo do ônibus com a frase escolhida e com a pintura será divulgado no site da empresa nas próximas semanas .

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Eletrobrás Fecha com o Vasco


A estatal vai pagar R$14 milhões por um vínculo de quatro anos, totalizando um contrato de R$56 milhões (a MRV, atual patrocinadora, paga cerca de R$3,5 milhões anuais). O contrato, no entanto, somente será assinado após o clube conseguir a certidão negativa de débitos com o o Governo.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Jogos do Vasco 2008


10/1 Dubai
1x2 Hamburgo
Gol contra
12/1 Dubai
1x0 Emirados Árabes
Alan Kardec
20/1 Rio de Janeiro
1x2 Madureira
Abuda
23/1 Rio de Janeiro
1x0 Americano
Morais
25/1 Rio de Janeiro
3x0 Mesquita
Leandro Bomfim (2) e Tiago
30/1 Rio de Janeiro
5x2 Resende
Morais, Wágner Diniz (2), Leandro Bomfim e Luizão
2/2 Rio de Janeiro
2x3 Botafogo
Jorge Luiz e Bruno Meneghel
6/2 Rio de Janeiro
2x0 Friburguense
Morais e Calisto
10/2 Rio de Janeiro
5x1 Cabofriense
Morais, Alan Kardec, Leandro Bomfim, Alex Teixeira e Calisto
13/2 Itabaiana
1x0 Itabaiana
Bruno Meneghel
16/2 Rio de Janeiro
1x2 Flamengo
Alan Kardec
27/2 Rio de Janeiro
3x2 Itabaiana
Alan Kardec, Edmundo e Jorge Luiz
2/3 Rio de Janeiro
4x0 Boavista
Edmundo, Alex Teixeira e Jean (2)
8/3 Rio de Janeiro
2x0 Duque de Caxias
Edmundo e Wágner Diniz
13/3 Rio de Janeiro
4x0 Macaé
Morais (2), Edmundo e Alan Kardec
16/3 Rio de Janeiro
4x1 Cardoso Moreira
Edmundo, Alan Kardec, Tiago e Beto
20/3 Bragança Paulista
2x2 Bragantino
Eduardo e Alan Kardec
23/3 Rio de Janeiro
1x2 Fluminense
Edmundo
26/3 Rio de Janeiro
2x0 América
Leandro Bomfim e Jean
30/3 Rio de Janeiro
1x2 Volta Redonda
Alan Kardec
3/4 Rio de Janeiro
2x1 Bragantino
Jean e Eduardo
6/4 Rio de Janeiro
2x2 Flamengo
Alan Kardec e Jorge Luiz
12/4 Rio de Janeiro
1x1 Fluminense
Jean
16/4 Rio de Janeiro
1x0 Criciúma
Edmundo
23/4 Criciúma
2x2 Criciúma
Edmundo e Alan Kardec
7/5 Rio de Janeiro
5x1 Corinthians (AL)
Edmundo (2), Morais e Leandro Amaral
11/5 Porto Alegre
0x1 Internacional
14/5 Maceió
3x1 Corinthians (AL)
Leandro Amaral, Alex Teixeira e Rodrigo Antônio
17/5 Rio de Janeiro
3x1 Portuguesa de Desportos
Leandro Amaral e Edmundo (2)
21/5 Recife
0x2 Sport
25/5 Rio de Janeiro
1x1 Botafogo
Eduardo Luiz
28/5 Rio de Janeiro
2x0 Sport
Leandro Amaral e Edmundo
31/5 Rio de Janeiro
2x1 Grêmio
Jean (2)
8/6 Belo Horizonte
0x1 Cruzeiro
14/6 Recife
1x1 Náutico
Edmundo
22/6 Rio de Janeiro
0x2 Palmeiras
28/6 Rio de Janeiro
4x2 Ipatinga
Alex Teixeira (2), Leandro Amaral e Jean
6/7 Florianópolis
1x2 Figueirense
Rodrigo Antônio
10/7 Rio de Janeiro
4x0 Sport
Morais, Pablo, Jean e Edmundo
13/7 Rio de Janeiro
1x3 Flamengo
Alex Teixeira
17/7 Rio de Janeiro
1x1 Goiás
Luizão
20/7 Curitiba
1x3 Atlético (PR)
Alan Kardec
23/7 Rio de Janeiro
3x3 Fluminense
Edmundo (2) e Leandro Amaral
27/7 Santos
2x5 Santos
Leandro Amaral e Madson
31/7 Rio de Janeiro
6x1 Atlético (MG)
Edmundo, Eduardo Luiz, Madson, Leandro Amaral e Wágner Diniz (2)
3/8 São Paulo
0x4 São Paulo
6/8 Rio de Janeiro
0x2 Coritiba
10/8 Salvador
0x5 Vitória
13/8 Rio de Janeiro
3x1 Palmeiras
Alan Kardec, Mateus e Madson
17/8 Rio de Janeiro
4x0 Internacional
Contra, Edmundo, Eduardo Luiz e Jean
21/8 São Paulo
1x0 Portuguesa de Desportos
Alex Teixeira
24/8 Rio de Janeiro
1x1 Botafogo
Madson
31/8 Porto Alegre
1x2 Grêmio
Alan Kardec

4/9 Rio de Janeiro
1x3 Cruzeiro
André
14/9 Rio de Janeiro
1x3 Náutico
Leandro Amaral
17/9 São Paulo
0x3 Palmeiras
21/9 São Paulo
0x2 Palmeiras
28/9 Ipatinga
1x3 Ipatinga
Edmundo
4/10 Rio de Janeiro
2x4 Figueirense
Leandro Amaral e Edmundo
8/10 Recife
2x2 Sport
Leandro Amaral (2)
19/10 Rio de Janeiro
0x1 Flamengo
22/10 Goiânia
4x2 Goiás
Edmundo (2), Madson e Alex Teixeira
30/10 Rio de Janeiro
2x2 Atlético (PR)
Valmir e Madson
2/11 Rio de Janeiro
1x0 Fluminense
Wágner Diniz
7/11 Rio de Janeiro
1x0 Santos
Edmundo
12/11 Belo Horizonte
1x4 Atlético (MG)
Madson
23/11 Rio de Janeiro
1x2 São Paulo
Madson
30/11 Curitiba
2x0 Coritiba
Leandro Amaral (2)
7/12 Rio de Janeiro
0x2 Vitória

69 JOGOS
30 VITÓRIAS
11 EMPATES
28 DERROTAS
123 GOLS PRÓ
107 GOLS CONTRA
15 SALDO DE GOLS
48,79% APROVEITAMENTO

ARTILHEIROS

EDMUNDO 24
LEANDRO AMARAL 18
ALAN KARDEC 13
JEAN 10
MADSON 9
MORAIS 8
ALEX TEIXEIRA 8
WÁGNER DINIZ 6
LEANDRO BOMFIM 5
EDUARDO LUIZ 3
EDUARDO 2
TIAGO 2
JORGE LUIZ 2
BRUNO MENEGHEL 2
CALISTO 2
RODRIGO ANTÔNIO 2
LUIZÃO 2
ABUDA 1
BETO 1
JORGE LUIZ 1
PABLO 1
MATEUS 1
ANDRÉ 1
VALMIR 1

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Parnaíba vai ganhar Estádio Olimpico


A cidade de Parnaíba ganhará um estádio olímpico. A informação é do deputado federal Osmar Júnior, que solicitou ao Ministro dos Esportes, Orlando Silva Júnior, a liberação dos recursos para contratação da empresa que vai elaborar o projeto, que custará em média cerca de R$ 1,3 milhão. Na terça-feira, durante audiência com o ministro, Osmar ouviu dele a garantia de liberação imediata dos recursos necessários para a realização do projeto. " Esse primeiro passo é muito importante, porque sem o projeto pronto nós não podemos tentar viabilizar o dinheiro para a obra", diz ele. 
O projeto, que será executado pelo Governo do Estado, através da Fundespi, representa um investimento total de R$ 50 milhões. Depois de inaugurado, o estádio deverá colocar Parnaíba na rota dos eventos esportivos nacionais e até internacionais. "Hoje um dos maiores instrumentos para incrementar o turismo, além das potencialidades naturais de cada lugar, é o turismo esportivo. Parnaíba terá as duas coisas para oferecer", afirma Osmar. Ele acredita que a construção do estádio olímpico representará uma grande vitória para o município. 
O deputado Osmar Júnior adianta que o estádio que será projetado para Parnaíba é moderno e totalmente adaptado para sediar grandes competições nas mais diversas modalidades. " Temos um potencial muito grande na área turística e a construção do estádio olímpico vai atrair a atenção para o nosso Piauí", diz ele. Osmar diz que também há muita vontade política para execução do projeto. "Vamos unir forçar para dar esse presente para piauienses e parnaibanos", conclui.


Fonte:

 
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